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quinta-feira, 1 de julho de 2010


Mulher. Em árabe.

Sapho, o moço bonito, a cooperação, Billie Holiday (e o dia que ela botou a KKK prá correr), Pagu, Martial Raysse, a sutileza, mel e gengibre, Lou Andreas-Salomé, Blu Vertigo, Jean Vigo, Bessie Smith. Os detalhes. Maio de 68, Joaquim Pedro de Andrade, água de rosas, Madredeus, Björk, a Lua, Anais Nin, Rosa Luxemburg, o sussurro, Ala heisb weddad (Abdel Halim Hafez), Nina Simone, Clarice....oh meu Deus..Clarice Lispector.... Anita malfatti, a percepção aguçada, Cezaria Evora, Os sonhadores, as mães da praça de Maio, La dolce Vita, o intuitivo, Isabel Allende, Beaubourg (e o cafelatte às 5 da tarde de qualquer terça feira gelada), Saag, Jack Kerouac, a elevada capacidade para a devoção, Man Ray, a matilha, Antonioni, "Ocean", Giuseppe Verdi, o olhar de soslaio, Milan Kundera, Frida Kahlo, Maria Callas, o cíclico, Simone de Beauvoir (inevitável...eu sei....), Pedro Juan Gutierrez (e todas as cores que ele fez explodir em minha cabeça), oléo, incenso e mirra, a resistência, Toulouse-Lautrec, o perfume do cardamono, ser gregária por natureza, Jenny Holzer, Vênus de Milo, "Mysterious ways", Sedna, o abstrato, Manawee, o paganismo Celta, Zelda, Letizia, "Adeus minha concumbina", Augusto dos anjos, Autour de lucie, Etta james, Malena, a experiência em se adaptar a circunstâncias em constante mutação, Bella Martha, o coletivo, "A Bela da tarde", as matas virgens, Violeta Parra, Tate modern e todos os lobos que farejam as idéias de Clarissa P. Estés.